SENADOR CARLOS VIANA PROMETE TRANSPARÊNCIA E PUNIÇÃO AOS CULPADOS EM FRAUDES DO INSS

82

Visualizações

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS será conduzida com independência, transparência e foco na responsabilização dos culpados, segundo o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG). Os trabalhos começam na terça-feira (26).

Ele afirmou que o objetivo é apurar as fraudes que resultaram em descontos indevidos nas aposentadorias e pensões, punir os responsáveis e propor mudanças que impeçam novas irregularidades.
“Nosso compromisso é dar respostas claras ao povo brasileiro. Não aceitaremos acordos para encobrir a verdade. Todos serão chamados a prestar contas”, destacou. Viana enfatizou que a comissão terá um caráter técnico, apartidário e baseado em evidências, buscando não apenas revelar como o esquema funcionava, mas também apontar soluções para corrigir falhas no sistema de fiscalização do INSS.
“Não estamos aqui para perseguir instituições, mas para defender os aposentados e pensionistas que foram lesados. Precisamos apurar, punir e criar mecanismos que devolvam segurança e confiança a quem trabalhou a vida inteira”, afirmou.

De acordo com o senador, ex-ministros da Previdência, diretores do INSS e demais autoridades ligadas ao setor serão ouvidos. O trabalho também contará com o apoio técnico da Controladoria-Geral da União e da Polícia Federal, responsáveis pelas investigações preliminares que revelaram um rombo bilionário nos últimos anos. “O Brasil não quer versões, quer justiça. Essa CPMI será firme para que situações tão vergonhosas nunca mais se repitam”, completou.

A CPMI do INSS foi instalada no dia 20 de agosto de 2025 e tem prazo inicial de 180 dias para concluir os trabalhos. O deputado Alfredo Gaspar (União-AL) foi escolhido relator da comissão.

Divulgação: Três Marias AGORA
Créditos: Rafael Otero/Podemos
0 Comentário(s)

Não serão publicados comentários que atentem contra as leis do país ou injuriem, difamem ou caluniem pessoas ou instituições ou promovam ódio racial, homofobia ou que afrontem qualquer um dos termos de uso.

POSTAR SEUS COMENTÁRIOS